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Dores articulares e desgaste da cartilagem?

Novas recomendações dos especialistas. A aceitação da glucosamina e da condroitina, pelos especialistas, baseia-se na avaliação exaustiva destas sustâncias naturais e seguras.

Durante anos, os medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios foram a chamada terapêutica de primeira linha para as pessoas com osteoartrose – um problema em que a cartilagem articular se vai desgastando a ponto de provocar dores e mobilidade articular reduzida. Os especialistas surgem agora com uma recomendação totalmente nova – o sulfato de glucosamina e de condroitina. Tanto a glucosamina como a condroitina são utilizadas por pessoas com osteoartrose há vários anos e são cada vez mais aconselhadas. Mas agora, pela primeira vez, o sulfato de glucosamina e de condroitina são oficialmente aconselhadas por um grupo de especialistas europeus como o melhor ponto de partida no alívio dos sintomas da osteoartrose.

Novo protocolo terapêutico

Num novo protocolo terapêutico, dirigido a reumatologistas e outros médicos especialistas recomenda claramente o sulfato de glucosamina e de condroitina como substâncias seguras e eficazes. As novas recomendações dão indicações a médicos que tratam doentes com osteoartrose, e baseiam-se na investigação mais recente divulgada em publicações científicas. O objectivo é optimizar a terapêutica e criar consenso entre os médicos.

Um bom ponto de partida

Embora o sulfato de glucosamina e de condroitina sejam apenas uma pequena parte das estratégias de tratamento da osteoartrose, são um bom ponto de partida, já que têm efeitos comprovados em estudos e não provocam os habituais efeitos secundários de medicamentos geralmente recomendados.

A palavra-chave é “sulfato”

Existem vários estudos com glucosamina em que a substância demonstrou resultados positivos, enquanto noutros não ficou demonstrada a sua eficácia. Por mais confuso que possa parecer, há uma explicação lógica para esta discrepância. A glucosamina existe em várias formas, sendo o sulfato de glucosamina a forma que apresentou resultados fidedignos, ao contrário de outras formas, como o cloridrato de glucosamina. Daí que o novo relatório indique claramente o sulfato de glucosamina, porque actua melhor. É também importante que tenha ambas as substâncias tenham qualidade farmacêutica.

BioActivo Glucosamina Duplo
BioActivo Glucosamina Duplo

Glucosamina e condroitina
o que são?

A glucosamina é um aminossacárido e um dos componentes utilizados pelo organismo para produzir cartilagem – o tecido resistente e muito elástico que protege as articulações e impede o atrito entre as extremidades ósseas. Outro componente activo é a condroitina. À medida que envelhecemos, a cartilagem vai-se desgastando naturalmente mas também devido a outros factores, como falta de exercício, excesso de peso e desgaste relacionado com a actividade.

Regenera a articulação lesada

A glucosamina e condroitina apresentam efeitos extraordinários. De acordo com estudos científicos, pessoas com cartilagem articular degradada têm bastante menos dores e melhor mobilidade quando tomam suplementos de glucosamina e condroitina. Estas substâncias não só impedem a progressão da degradação da cartilagem, como recuperam parte da cartilagem já degradada. Em certo sentido, a glucosamina e a condroitina funcionam como um solução para reparar a cartilagem destruída.

Biberons e risco do Bisfenol-A

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Escolha um biberon seguro, livre de BPA

O Bisfenol-A, vulgarmente conhecido por BPA, é um composto utilizado na produção de plásticos de poli carbonatos e resinas, e pode ser encontrado em diversos objectos do seu dia a dia.

Os produtos que podem conter BPA são facilmente identificáveis através da transparência cristalina do plástico. Plásticos dos CD’s e DVD’s, embalagens de plástico rígido e transparente de comidas e bebidas, talheres plásticos, peças plásticas de electrodomésticos e brinquedos e os antigos biberons transparentes. Os símbolos de reciclagem dos produtos contendo os códigos 3, 6 e 7 podem ser fabricados com BPA, por essa razão deve evitá-los no seu uso diário, sobretudo para confecção e aquecimento de alimentos. Seja através de fogão, micro-ondas ou qualquer outro aparelho de aquecimento. O seu baixo ponto de fusão de cerca de 155ºC permite a libertação dos químicos para a comida e consequente ingestão.

Evite Produtos com códigos de reciclagem 3, 6 e 7
Evite Produtos com códigos de reciclagem 3, 6 e 7

 

Os riscos e efeitos do BPA sobre a saúde estão comprovados cientificamente, o BPA é um disruptor endócrino que afecta a tiróide, o pâncreas e a sua produção de insulina, o sistema neurológico, reprodutor, entre outros. Consulte mais informação na Wikipédia.

Os recém nascidos, lactentes e bebés são os indivíduos mais susceptíveis a sofrer uma intoxicação química devido à fase precoce de desenvolvimento em que se encontram, por essa razão é importante garantir o uso de biberons BPA Free, produtos estes que são vulgarmente sujeitos a ciclos regulares de esterilização a 100ºC.

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Recém nascidos, lactentes e bebés são mais susceptíveis à toxicidade do BPA

A União Europeia tem legislação rigorosa sobre a composição química dos recipientes plásticos de forma a garantir a não toxicidade da ingestão de alimentos preparados nesses mesmos recipientes, no entanto isto não impede uma utilização incorrecta da mesma por parte de cidadãos mal informados. Para saber mais consulte o Centro de Informação Europeu do Bisphenol-A.

Produtos com códigos 1, 2, 4 e 5 são seguros e livres de BPA. Estes produtos plásticos são facilmente identificáveis e distintos dos anteriores por serem translucidos. Podem no entanto ser plásticos coloridos e nessa altura o código de reciclagem será útil para identificá-los. Em caso de dúvidas utilize recipientes em vidro que são seguros do ponto de vista químico.

Procure produtos com símbolo BPA free, códigos de reciclagem 1, 2 e 5 são seguros
Escolha Produtos BPA Free

Veterinária – Importância da desparasitação

Mister Eddie
Mister Eddie – Foto: André Prexx

Um dos principais cuidados básicos de saúde a ter com o seu animal é a desparasitação. Os animais podem ser infestados com vários tipos de parasitas. Os externos (ectoparasitas) como as pulgas, carraças, ácaros e piolhos e os parasitas internos (endoparasitas), tal como as ténias e as lombrigas, que se alojam essencialmente a nível do tubo digestivo.

 

Parasitas externos 

Pulgas – são pequenos animais pertencentes à classe dos insetos.
Se as condições forem ideais (proliferam-se preferencialmente nos meses mais quentes), as pulgas fêmeas podem colocar entre mil a dois mil ovos, que se irão alojar não só no pelo do animal, mas também em tapetes e carpetes. Quando os ovos eclodem e após várias metamorfoses, surge a pulga adulta, que é o parasita definitivo.

A pulga irá então alimentar-se do sangue do animal, perfurando a pele deste através das suas presas bucais.

Existem várias doenças provocadas pela picada da pulga. Para além da comichão que provocam, os animais estão sujeitos a terem uma reação alérgica a essa picada, provocando-lhe queda de pelo, um prurido intenso e feridas devido ao animal coçar-se.

Carraças – tal como as pulgas, as carraças alimentam-se do sangue do animal, fixando as suas presas bucais na pele e inoculando uma saliva especifica que solidifica e ajuda a carraça a fixar-se. Para além do incómodo que elas provocam no animal, as carraças podem transmitir doenças, como por exemplo, Erlichiose (a febre da carraça).

 

Parasitas internos 

Alguns dos sintomas que o animal tem são: vómitos, diarreia (nos quais muitas vezes são visíveis os parasitas), emagrecimento (por exemplo no caso dos cachorros pode-se verificar um certo inchaço na zona abdominal e anemia).

 

Prevenção/Tratamento 

A melhor maneira de evitar que o seu animal tenha parasitas tanto externos como internos é mesmo prevenir! Visto que eles podem apanhá-los em qualquer local e também em contacto com outros animais, convém manter o local onde o animal habita em boas condições de higiene.

No caso dos parasitas externos, existem vários antiparasitários disponíveis no mercado, que podem ser específicos para um só parasita, ou para vários, na forma de coleiras, champôs, sprays, comprimidos, spot-on, etc., sendo que alguns donos optam por utilizar mais do que um produto ao mesmo tempo, como por exemplo a coleira e o spot-on.

cao_deitadoQuanto às desparasitações internas, estas devem ser feitas num plano de 4 em 4 ou de 6 em 6 meses. No caso dos animais bebés, estes poderão ser desparasitados a partir das 2 semanas e depois uma vez por mês, até completarem 6 meses.  Este tipo de desparasitação consiste na administração de um anti-helmíntico que pode ser de largo espectro, ou seja, abranger um leque vasto de diferentes parasitas, ou específico para um determinado parasita.

No entanto, podem ocorrer situações particulares, onde os intervalos de desparasitação podem ser mais curtos, como é o caso de fêmeas gestantes, animais jovens, animais doentes, cães pastores, cães de caça e de trabalho.

Se tem crianças, idosos ou indivíduos imunocomprometidos em casa, consulte o seu médico de família, pois pode ser necessária a desparasitação dos seus familiares.

Animais de estimacao e familia
Animais de estimacao e familia

Não se esqueça que muitos dos agentes que contaminam os nossos animais também podem contaminar a si!

Alergias Sazonais a Pólenes

Alergia a Poléns
Alergia a Poléns

Epidemia de gripe e constipações? Rinite alérgica ou sinusite?

No Alentejo, os pólenes encontram-se em níveis muito elevados, com predomínio dos pólenes de árvores, plátano, cipreste, azinheira, cedro, pinheiro e das ervas urtigas, azedas e gramíneas, sendo esperadas muito elevadas concentrações para os pólenes de cipreste, plátano e urtigas, moderadas a muito elevadas para o pólen de azinheira, baixas a elevadas para os pólenes de cedro e pinheiro, baixas a moderadas para o pólen de azedas e baixas concentrações para o pólen de gramíneas.

Dente-de-leão pode ser fonte de alergias
Dente-de-leão pode ser uma fonte de alergia

Fonte: RPA

A RPA – Rede Portuguesa de Aerobiologia é uma estrutura no âmbito da qual se procede à análise do conteúdo do ar em partículas biológicas com potenciais repercussões negativas sobre a saúde humana, criada em 2002 e integrada numa rede europeia – European Aeroallergen Network (E.A.N.)